Brasileiros já fizeram 6 finais de Libertadores em campo neutro. Veja escalações

É oficial. A partir de 2019, a Libertadores terá final em jogo único, em estádio que será definido antes do início de cada edição. Em outro formato, em que o jogo-extra era utilizado para desempatar uma final, foram 14 decisões em campo neutro. Seis delas tiveram participação de clubes brasileiros, que conquistaram 3 títulos.

1962 – Santos 3×0 Peñarol – Buenos Aires (ARG), Monumental de Nuñez
Foi o 1º título brasileiro na História da Libertadores, que estava em sua 3ª edição. O Santos venceu o Peñarol em Montevidéu por 2×1, mas perdeu na Vila, 3×2. Na Argentina, com arbitragem holandesa de Leopold Horn, mais de 45 mil pessoas viram o título do Peixe, com gols de Caetano (contra) e 2 de Pelé. O Santos teve, naquele jogo: Gilmar, Lima, Mauro e Dalmo; Zito e Calvet; Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. Técnico: Lula.

1968 – Estudiantes 2×0 Palmeiras – Montevidéu (URU), Centenário
Era a 2ª final do Palmeiras, que, novamente, ficou com o vice. Na Argentina, deu Estudiantes, 2×1. No Pacaembu, Palmeiras 3×1. O saldo não era critério de desempate. No Uruguai, os gols de Ribaudo e Verón (pai) deram a 1ª taça ao Estudiantes. O Palmeiras, do técnico argentino Alfredo Gonzalez, teve: Valdir de Moraes, Geraldo Escalera, Baldochi, Osmar e Ferrari; Dudu e Ademir da Guia; Suingue, Servílio (China), Tupãzinho e Rinaldo.

1974 – Independiente 1×0 São Paulo – Santiago (CHL), Estádio Nacional
Foi a 1ª das 6 finais do São Paulo, que venceu no Pacaembu por 2×0, mas perdeu na Argentina, 2×1. Na decisão, no Chile, o único gol saiu no 1º tempo: Pavón, de pênalti. O São Paulo naquele 3º jogo: Waldir Peres, Forlán, Paranhos, Arlindo e Gilberto (Nélson); Chicão, Zé Carlos (Silva) e Pedro Rocha; Mauro, Mirandinha e Piau. Técnico: José Poy.

1976 – Cruzeiro 3×2 River Plate – Santiago (CHL), Estádio Nacional
Foi o 3º título brasileiro na Libertadores. O Cruzeiro tornou-se o 2º clube do país a ganhar a competição, 13 anos após o bi do Santos. No Mineirão, o Cruzeiro fez 4×1 no River. Em Buenos Aires, perdeu por 2×1. No Chile, marcou com Nelinho e Ronaldo. Mas e Urquiza empataram. E Joãozinho fez o gol do título aos 43 minutos do 2º tempo. O Cruzeiro, de Zezé Moreira, teve: Raúl, Nelinho, Morais, Darcy Menezes e Vanderley; Ronaldo Drumond, Wilson Piazza (Osiris) e Zé Carlos; Eduardo, Palhinha e Joãozinho.

1977 – Boca 0x0 Cruzeiro (pênaltis: 5×4) – Montevidéu (URU), Centenário
O bi do Cruzeiro escapou por pouco em 77. Os 2 primeiros jogos terminaram 1×0 para os mandantes: primeiro, na Argentina; depois, no Brasil. No Uruguai, após empate sem gols, Vanderley perdeu pênalti e o Cruzeiro foi vice, com: Raúl, Nelinho (Mariano), Morais, Darcy Menezes e Vanderley; Zé Carlos, Eduardo e Ely Carlos (Livio); Ely Mendes, Neca e Joãozinho. Técnico: Yustrich.

1981 – Flamengo 2×0 Cobreloa (CHL) – Montevidéu (URU), Centenário
Os jogos foram de uma dureza incrível. Zico resistiu e conduziu o Flamengo ao seu título, na 1ª Libertadores que disputou. No Maracanã, Fla 2×1. No Chile, Cobreloa 1×0. No Centenário, 2×0 para os brasileiros, 2 de Zico. O técnico era o atual comandante, Paulo César Carpegiani, que escalou: Raul, Leandro, Marinho, Mozer e Júnior; Andrade, Adílio e Zico; Tita, Nunes (Anselmo) e Nei Dias.

Flamengo venceu o Cobreloa em Montevidéu, em 1981. Imagem: Arquivo flamengo.com.br
Flamengo venceu o Cobreloa em Montevidéu, em 1981. Imagem: Arquivo flamengo.com.br

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